A reestruturação da dívida grega

A reestruturação da dívida grega começa já a integrar o quadro mental dos investidores e decisores políticos europeus. O Ministro das Finanças Schauble e o Secretário dos Estrangeiros Alemão  Werner Hoyer têm feito os ruídos necessários, em correspondência os juros no mercado já passam os 17% (dezassete por cento) e o Wall Street Journal reporta o pensamento do FMI.

O bastião final da resistência ao inevitável é o BCE pelas más razões. O impacto da reestruturação nos bancos gregos, que detêm € 40 mil milhões de dívidas públicas Grega, é enorme –  colocando em risco a solvabilidade da maioria deles. Por sua vez, os empréstimos que o BCE, € 90 mil milhões, lhes fez – com base em colateral justamente de dívida pública Grega, se tiverem “hair-cut” deixarão o BCE ficar fortemente exposto.
Numa terceira derivada coloca-se a questão sobre onde ficará o Millennium no meio disto?

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